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Demora no atendimento a paciente no PA do Patronato vira caso de polícia

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A demora no atendimento a um paciente no PA do Patronato na manhã desta quarta-feira (4) virou caso de Polícia. Márcio Antonioni, de 44 anos, compareceu na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) para registrar que teria sido humilhado, negligenciado e maltratado por um grupo de enfermeiros que estava no turno por volta das 6h.

O fato teria ocorrido, segundo o boletim de ocorrência, após Márcio ter esperado uma hora e cobrado o atendimento dos servidores. O reclamante, que reside em Camobi, registra que sofre de uma doença grave nos rins, que precisa de medicação venosa de doze em doze horas e que esse procedimento, mediante receita médica, sempre foi realizado no PA do Patronato.

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Márcio relatou que resolveu registrar a ocorrência, após os enfermeiros, todos identificados no relato policial, terem, supostamente, dito que “se ele quisesse atendimento que esperasse ou então que fosse embora”. Márcio disse que estava com muitas dores, que não havia ninguém esperando atendimento ambulatorial no momento dos fatos e que os servidores citados “estavam sentados, na sala de enfermagem, conversando banalidades”.

O caso será investigado pela 3ª Delegacia de Polícia (DP). A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Santa Maria e aguarda informações para saber se alguma medida está sendo tomada para apurar a denúncia feita à Polícia. Até o fechamento dessa matéria a Prefeitura não havia se manifestado a respeito dos fatos narrados no boletim de ocorrência.

Central de Jornalismo – Fabricio Minussi (MTB 11.110)

Foto: João Vilnei / Arquivo / Prefeitura

1 thought on “Demora no atendimento a paciente no PA do Patronato vira caso de polícia

  1. Bom dia! Meu nome é Michele Escouto Machado Cardoso,tenho 36 anos,sou casada e tenho 2 filhas e 1 filho e moro em Santa Maria rs .
    Bom eu só quero deixar umas perguntas para o senhor prefeito de Santa Maria .A questão é que eu já larguei muitos currículos em vários lugares,já me chamaram para várias entrevistas e ninguém até hoje me chamou para trabalhar…Ouma seja estou sofrendo bem dizer o preconceito,negligência ou racismo porque ninguém me chama ,nunca trabalhei de carteira assinada,tenho muita experiência em vendas, mas nunca assinaram a minha carteira de trabalho…Então senhor prefeito eu não tenho o segundo grau completo então bem que o senhor podia inventar uma regra para todos os lugares que oferecem emprego que eles recrutacem as pessoas que não tem o segundo grau completo,que não tenha experiência e que estejam no SPC ou SERASA porque se as pessoas que estão no SPC ou no SERASA é porque querem dinheiro para poder pagar suas dívidas e pra isso precisa de um emprego mas ninguém quer dar emprego para as pessoas que estão no SPC ou no SERASA tinha que dar oportunidades para essas pessoas e as pessoas que não tem experiência nenhuma podiam ensinarem elas a fazerem as tarefas do emprego.
    Tipo vocês inventaram o aprendiz podem dar chances paras as pessoas que tem entre 26 anos até os 40 e poucos anos no lugar doseguro aprendiz também porque as pessoas que tem essas idades que comentei aqui também estão na fazenda de aprendiz também.
    Então eu peço que porfavor senhor prefeito Jorge Pozzobo não que mudem isso,que fazem os lugares de emprego darem mais oportunidades para essas pessoas e que fazem que chamem essas pessoas para trabalhar eu tenho três filhos e não ganho muito do bolsa família só o bolsa família não dá pra sustentar eles.Então fica aí as minhas perguntas,as minhas questões e meus exemplos cabe você senhor prefeito tomar uma atitude. Um forte abraço de uma pessoa que te admira muito e que vota sempre no senhor Michele

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